Não sou solteira aos 30 por opção. Acontece. Não culpo o insucesso das relações, a exigente profissão, a desejada independência ou a crise! Acontece. Tem vantagens e desvantagens e é essa experiência que quero partilhar e guardar aqui. O título tem prazo de validade: sete anos! A ver vamos o que acontece entretanto. Que 2014 seja o princípio de uma estória - da minha estória - no regresso ao encantador mundo da blogosfera. Sejam bem-vindos!
quinta-feira, 24 de dezembro de 2015
quarta-feira, 23 de dezembro de 2015
É Natal!
Gosto do Natal. Da mensagem, da troca, da partilha, da
festa… e das luzes! Do
cintilar das ruas, da azáfama e do empenho em fazerem o melhor que podem, com o
muito ou pouco que tenham, não importa, há Amor no ar! Amor de verdade, o
rejubilar dos corações e um brilho especial no olhar, tornam esta quadra muito especial.
Por arrasto vêm as festas: de família, da empresa, e dos vários
grupos de amigos. Mas, se nas festas de família as perguntas incomodativas
tardam, mas chegam sempre. A dos jantares de amigos são bem céleres - e igualmente
desagradáveis - mas ditas num tom ingénuo - para além de curioso - de quem não
percebe a farpa que espeta com a pergunta mas indesejada do Ano!
Quando nos entusiasmamos a contar as boas novas, há sempre alguém que interrompe e diz “ e então um rapazinho por ai, não?” E eis que tudo perde o sentido. O raciocínio desvanecesse e perdemos o Norte, nesta altura do ano provavelmente seria mais o Pólo. E ia de bom agrado ajudar o Pai Natal! Como se nada mais importasse senão o estado civil, como se fosse o ponto alto da vida. É importante, sim. Mas não é tudo.
Depois de inspirar, expirar e contar até dez, pergunto se eles são totalmente felizes e completos só porque têm a cara-metade ao lado. Alguns sei que sim, outros nem tanto. Reforço que não tenho pressa, não tenho. Não me importa a idade nem que tenha de adiar os meus planos, incluindo a maternidade com o relógio que toca num tom tão ensurdecedor. Não me preocupa não ter a prenda extra para comprar. Nem para receber.
Quando nos entusiasmamos a contar as boas novas, há sempre alguém que interrompe e diz “ e então um rapazinho por ai, não?” E eis que tudo perde o sentido. O raciocínio desvanecesse e perdemos o Norte, nesta altura do ano provavelmente seria mais o Pólo. E ia de bom agrado ajudar o Pai Natal! Como se nada mais importasse senão o estado civil, como se fosse o ponto alto da vida. É importante, sim. Mas não é tudo.
Depois de inspirar, expirar e contar até dez, pergunto se eles são totalmente felizes e completos só porque têm a cara-metade ao lado. Alguns sei que sim, outros nem tanto. Reforço que não tenho pressa, não tenho. Não me importa a idade nem que tenha de adiar os meus planos, incluindo a maternidade com o relógio que toca num tom tão ensurdecedor. Não me preocupa não ter a prenda extra para comprar. Nem para receber.
Nos tempos que correm, passou a ser um luxo ter um Amor, mas eu refiro-me a um Amor, não a um relacionamento banal.
Não a um mero romance. Um Amor! É só isso que me arrebata, um Amor! E menos que
isso, dispenso.
Por isso, querido Pai Natal, como me portei bem este ano,
aliás fui eleita pela minha resistência física e emocional às contrariedades
desde ano, para além de pedir Saúde e amor para todos, não querendo abusar,
quero um Amor.
Não daqueles que duram um mês, ou
um par de anos. Um a sério. Daqueles que nos fazem querer para sempre. Não sei
bem o que isso é, mas dizem que é bom. Não quero só um estomago a borboletar,
mas a sensação de plenitude.
terça-feira, 1 de dezembro de 2015
Especialmente Zen!
Não foi surpresa, já sabia. Mas não foi, de todo, menos entusiasmante ver uma publicação minha na conceituada revista Zen Energy , senti-me a verdadeira Carrie Bradshaw!
Um grande obrigada à equipa e um especial agradecimento à Editora pelo carinho.
Não havia melhor maneira de receber o último, mas longe de ser o menos importante mês do Ano!
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